ESSE POST É APENAS UMA “SIMULAÇÃO”.
Não se trata de plágio, cópia ou coisa parecida.
É apenas para marcar o espaço do texto do blog com algum conteúdo (retirado do www.derepente.com.br)

“O The Guardian, importante veículo de comunicação do Reino Unido, abre uma boa discussão envolvendo cidadãos-repórteres: eles devem ter responsabilidades de jornalistas ou assumirem mesmo os direitos de cada cidadão?
Primeiro, algumas ressalvas.
Jornalistas-cidadãos (sic, na minha opinião) é uma das piores denominações já vistas. Jornalista agrega muitas coisas, funções, é muito abrangente. O termo deve ser mesmo cidadão-repórter, pois repórter agrega apuração, interpretação dos fatos. É um serviço específico do jornalismo. Segmentado.
Voltando à questão:
A idéia é sensacional. Sinceramente nunca pensei em uma pergunta que sintetize tanto o Jornalismo Colaborativo. Cidadãos-repórteres devem, antes de tudo, fugir do lugar-comum. Nada de copiar/cozinhar matérias de mídias consideradas tradicionais.
O objetivo é inovar, transcender. Ninguém melhor que você sabe da sua rua, do seu bairro, da sua região.
Ele deve ter, sim, responsabilidades jornalísticas. Pelo menos algumas.
Saber apurar, informar, investigar. Todos ingredientes necessários para usar a mídia como prestação de serviço.
Concomitantemente, terá a responsabilidade de um jornalista e, claro, exercerá o direito de cidadão.”
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